Os 10 melhores filmes de 2014 segundo a ACCRJ

Aos amantes do cinema e de um bom filme, confiram os dez filmes apontados pelos integrantes da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro como as melhores produções lançadas comercialmente nos cinemas em 2014. :
Ela (Her), de Spike Jonze (EUA)

Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.
Boyhood: Da Infância a Juventude (Boyhood), de Richard Linklater (EUA)

O filme conta a história de um casal de pais divorciados (Ethan Hawke e Patricia Arquette) que tenta criar seu filho Mason (Ellar Coltrane). A narrativa percorre a vida do menino durante um período de doze anos, da infância à juventude, e analisa sua relação com os pais conforme ele vai amadurecendo.

Jersey Boys: Em Busca da música (Jersey Boys), de Clint Eastwood (EUA)

Na década de 1950, o ítalo-americano Tommy DeVito divide seu tempo entre cometer pequenos furtos e comandar uma banda. Ele é amigo do jovem e talentoso Frankie Valli que, não demora, é convidado para se juntar ao grupo musical. Com a entrada do compositor Bob Gaudio, no entanto, eles - ao lado de Nick Massi - formam uma das mais bem-sucedidas bandas dos anos 1960, o The Four Seasons, responsável por hits como "Sherry", "Big girls don't cry", "Walk like a man" e "Can't take my eyes off you". Baseado no musical da Broadway, o longa de Clint Eastwood mostra a ascensão e queda do quarteto, de muito talento, mas envolto em uma nuvem de brigas internas e relações escusas com a máfia.
Magia ao Luar (Magic in the Moonlight), de Woody Allen (EUA)

Stanley (Colin Firth), um falso mágico com talento para desmascarar charlatões, é contratado para acabar com a suposta farsa de Sophie (Emma Stone), simpática jovem que afirma ser médium. Inicialmente cético, ele aos poucos começa a duvidar de suas certezas e se vê cada vez mais encantado pela moça.
Nebraska (Nebraska), de Alexander Payne (EUA)

Woody Grant (Bruce Dern) é um homem idoso que acredita ter ganho US$ 1 milhão após receber pelo correio uma propaganda. Decidido a retirar o prêmio, ele resolve ir a pé até a distante cidade de Lincoln, em Nebraska. Percebendo que a teimosia do pai o fará viajar de qualquer jeito, seu filho David (Will Forte) resolve levá-lo de carro. Só que no caminho Woody sofre um acidente e bate com a cabeça, precisando descansar. David decide mudar um pouco os planos, passando o fim de semana na casa de um de seus tios antes de partir para Lincoln. Só que Woody conta a todos sobre a possibilidade de se tornar um milionário, despertando a cobiça não só da família como também de parte dos habitantes da cidade.

O Grande Hotel Budapeste (The Grand Budapest Hotel), de Wes Anderson (EUA)
No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.
O Lobo atrás da Porta, de Fernando Coimbra (Brasil)

O desaparecimento de uma criança faz com que seus pais, Bernardo (Milhem Cortaz) e Sylvia (Fabiula Nascimento), vão até uma delegacia. O caso fica a cargo do delegado (Juliano Cazarré), que resolve interrogá-los separadamente. Logo descobre que Bernardo mantinha uma amante, Rosa (Leandra Leal), que é levada à delegacia para averiguações. A partir de depoimentos do trio, o delegado descobre uma rede de mentiras, amor, vingança e ciúmes envolvendo o trio.
O Lobo de Wall Street (The Wolf of Wall Street), de Martin Scorsese (EUA)

Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.
Pais e Filhos (Soshite chichi ni naru), de Hirokazu Koreeda (Japão)

Esta é a história de um grande homem de negócios, obcecado pelo dinheiro e pelo sucesso. Sua vida sofre uma grande transformação quando ele descobre que está criando o filho de outro homem há seis anos, já que seu filho biológico foi trocado por engano na maternidade.
Relatos Selvagens (Relatos Salvajes), de Damián Szifrón (Argentina/ Espanha)

Diante de uma realidade crua e imprevisível, os personagens deste filme caminham sobre a linha tênue que separa a civilização da barbárie. Uma traição amorosa, o retorno do passado, uma tragédia ou mesmo a violência de um pequeno detalhe cotidiano são capazes de empurrar estes personagens para um lugar fora de controle.
Sob a Pele (Under the Skin), de Jonathan Glazer (Reino Unido/ EUA)

Scarlett Johansson faz uma alienígena, que vem a Terra com a forma estética uma mulher fascinante. Ela vaga pela Escócia, e, por conta de sua aparência sedutora, captura incautos pelas estradas. Entretanto, ao longo do tempo, ela descobre-se atraída pela vida na Terra. A direção é de Jonathan Glazer, o mesmo diretor de Reencarnação (2004). O filme é baseado no livro homônimo do escritor holandês Michel Faber. A nudez de Scarlett Johansson gerou polêmica nas redes sociais. Apesar de ter recebido elogios, a atriz também foi alvo de críticas relacionadas ao seu corpo. Muitos chamaram Johansson de gorda por ela não possuir a barriga chapada e com "tanquinho" que tanto vemos nas revistas.

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